O uso da Inteligência Artificial (IA): ferramenta revolucionária ou ilusão bem vendida? O posicionamento editorial da RevSALUS na escrita de artigos científicos
DOI:
https://doi.org/10.51126/revsalus.v8i1.1421Palavras-chave:
Inteligência Artificial, Integridade científica, Escrita científica, RevSALUSResumo
É imperativo reafirmar a integridade científica como um princípio inegociável. A ciência não pode ser moldada para servir interesses económicos, políticos ou ideológicos, sob pena de perder a sua função primordial: a produção de conhecimento rigoroso, verificável e orientado para o bem comum. Pugnar pela integridade científica implica garantir transparência em todas as etapas do processo de investigação, desde o financiamento e desenho dos estudos até à análise e comunicação dos resultados. Implica também reforçar mecanismos de revisão por pares independentes, declarar e gerir conflitos de interesse de forma inequívoca e promover uma cultura académica assente na responsabilidade e no pensamento crítico. Num tempo em que novas ferramentas, como a inteligência artificial, potenciam tanto a criação como a distorção de conhecimento, a defesa da integridade científica não é apenas desejável — é essencial. Só assim será possível preservar a confiança na ciência e assegurar que esta continua a servir a sociedade com rigor, ética e responsabilidade. Neste editorial pretende-se refletir sobre o posicionamento da RevSALUS quanto ao uso da Inteligência Artificial na escrita científica.
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