Sintomas depressivos em Idosos em Instituição de Longa Permanência
DOI:
https://doi.org/10.51126/4zrtp550Palavras-chave:
depressão, idososResumo
Introdução: A institucionalização de idosos, motivada por limitações funcionais, ausência de suporte familiar ou presença de doenças crônicas, está associada ao surgimento de isolamento, baixa autoestima e quadros depressivos, impactando negativamente sua qualidade de vida (QV). Nesse contexto, o suporte familiar e a atuação do enfermeiro tornam-se fundamentais na promoção do bem-estar físico, psicológico e social desses indivíduos. Objetivo: Investigar sintomas sugestivos de depressão em idosos institucionalizados e fatores associados. Metodologia: Estudo exploratório e descritivo, de natureza quali- quanti, realizado em uma Instituição de Longa Permanência para idosos em Vila Velha, Espírito Santo, com 40 participantes de ambos os sexos. Foram aplicados a Escala de Depressão Geriátrica (EDG) e o Índice de Katz. Os resultados foram analisados por meio da estatística descritiva absoluta. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: Verificou-se maior prevalência de sintomas depressivos entre idosos do sexo masculino, com idade entre 60 e 89 anos, baixa renda, dependência para as atividades da vida diária e inseridos no contexto institucional, fatores que se associam diretamente ao adoecimento psíquico. Conclusão: Diante do envelhecimento populacional e do crescente número de idosos em instituições de longa permanência, torna-se evidente a relevância do tema no cenário acadêmico, especialmente na enfermagem. Este estudo reforça a importância da atuação do enfermeiro na promoção da saúde mental dos idosos institucionalizados, contribuindo para a identificação dos principais fatores associados à depressão e ao sofrimento psíquico. Além disso, oferece subsídios que podem orientar intervenções no cuidado e servir de base para futuras pesquisas que visem qualificar a assistência prestada a essa população.
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